Tenho a falar que sou fã de Angra e Symbols e que por este motivo não posso deixa de comentar a realidade da banda Almah que tocou neste último RIP 2013 e não decepcionou, porém não posso deixar de expor nossa insatisfação com o fato de que esta banda tão querida no Brasil nunca esteve em nossa cidade.
Pow o Edu já esteve aqui salve engano mais de uma vez e tenho certeza que verificou que nosso público não é escroto.
Belém é considerado um dos melhores públicos de metal de nosso país e isso é comprovado com as entrevistas disponíveis na NET, eu não minto. Vem pra cá Almah queremos sacar o Unfold!!!
Segundo Eduardo Falasch durante a apresentação de sua banda Almah no RIR 2013, o HIBRIA foi convidado devido ao fato de que as bandas se apresentam dividindo o palco sunset com uma banda amiga para fazer um crossover musical.
Mas não importa se o HIBRIA subiu ao palco como um convidado, pois a energia que esta banda proferiu foi fantástica.
Pra mim o HIBRIA esteve como uma banda principal no palco e não como apenas um coadjuvante como Edu enfatizou no show. Estava muito preparada para apresentação inclusive creio que até mais que o próprio Almah que sofreu com problemas técnicos de som, coisa de banda pequena. Não que o HIBRIA também não tenha passado má impressão quanto a este quesito, porém vi no inicio do show um contrabaixo do Almah desafinado, entre outras coisas que postarei futuramente. Que bom que durante o show as coisas foram se ajustando até que no fim o Almah se superou e terminou em grande estilo junto ao HIBRIA.
Vários foram os momentos de destaque da banda gaúcha, mas o que achei o mais foda foi, sem dúvidas, a última música TIGER PUNCH, que disponibilizamos para visualizar no vídeo acima.
Mano foi firme. Momento de êxtase da platéia.
Lembrando que esta banda já esteve em Belém para apresentação no Rockland Music Festival em maio e foi casa cheia inclusive contamos com um bate papo com os membros Eduardo Baldo e Benhur Lima, onde vimos de perto a execução de músicas da banda. Só o filé.
Aguardamos ansiosos o retorno desta grande banda Brazuka para nossa cidade Belém do Pará.
(Vídeo de Future World com Kai Hansen no RIR 2013)
É MANO, O RIR 2013 FOI MUITO BOM, TIVEMOS MUITAS ATRAÇÕES BOAS, OUTRAS EXCELENTES E UMAS NADA AGRADÁVEIS, COMO SEMPRE ROLA NOS RIR.
GOSTARIA DE DESTACAR AGORA A ATUAÇÃO DO HELLOWEEN.
ESTA GRANDE BANDA DE POWER QUE INFLUENCIA ATÉ HOJE NOVAS BANDAS DE METAL,QUE ESTEVE PRESENTE NO EVENTO, E QUE FOI MUITO BEM.
NITIDAMENTE O GRUPO ADOTOU UMA POSTURA MUITO SEMELHANTE AO QUE VEM FAZENDO DESDE A GRAVAÇÃO DO DVD KEEPER OF THE SEVEN KEYS - THE LEGACY WORLD TOUR DE 2005/2006, TOCANDO MUSICAS DA ERA KISKE & HANSEN. FOI ASSIM NO MAIOR EVENTO DE HEAVY METAL DO MUNDO O WACKEN OPEN AIR DE 2011 E AGORA NO RIR 2013.
APESAR DE NO DVD SUPRA ANDI DERIS TER DADO CONTA DO RECADO, HOJE JÁ PODEMOS NOTAR O RESULTADO DE TENTAR ALCANÇAR TIMBRES TAO ALTOS QUANTO OS DE KISKE. O CARA SE CAGOU EM VÁRIOS MOMENTOS IMPORTANTES DE MUSICAS CLÁSSICAS, MAS VALE O RESPEITO PELO SEU LEGADO, O ANDI É FODA.
A VERDADE É QUE O SHOW FOI DUCACETE E O TAL DO PALCO SECUNDÁRIO DO RIR 2013 FICOU APERTADO, POIS MUITOS LUNÁTICOS ESTAVAM PRESENTES. AINDA BEM QUE A RECEPÇÃO FOI A ALTURA DA BANDA.
O PONTO FORTE DESTA APRESENTAÇÃO ESTA RELACIONADO COM A PRESENÇA DE KAI HASEN, PRIMEIRO VOCAL DA BANDA, MEMBRO FUNDADOR E EX-GUITARRA, CRIADOR DE SOLOS COMO OS DE I WANT OUT, POREM O PONTO FRACO TAMBÉM ESTA COM ELE, POIS AGUARDÁVAMOS MUSICAS COM SEUS VOCAIS MAS DERIS NÃO DEU A BRECHA E FICAMOS SOMENTE COM SEUS SOLOS, MAS TA BOM MANO FOI FIRME.
Uma grande banda. É o Megadeth. Não conheço muito a discografia, há pouco tempo comecei a ouvir, porém de cara gostei.
Para os que começaram a sacar recentemente como eu, é fundamental saber que se trata da banda criada como uma resposta de Dave Mustaine ao Metallica, pois esta banda preferiu despedir Dave devido seus excessos que comprometiam a produtividade do grupo.
Lembro de ter lido um tempo atras que Mustaine fora demitido da seguinte forma: Após uma embragues habitual, foi conduzido - bêbado - para um ônibus que o levaria até sua casa. Isso significou a saída do guitarrista do Metallica.
Logo em seguida viria o Megadeth, que em muitos casos retrata a própria vida do guitarrista - vocalista Dave Mustaine. Como exemplo disso temos o clássico Rust In Peace, cujas letras tratam da luta de Dave contra as drogas além de assuntos como extra terrestres, corrupção, entre outros.
Agora estou justamente assistindo a um show comemorativo deste disco que completará 23 anos em setembro deste ano.
Muito doido mano. Melhor que isso só peixe frito com farinha.
É mano. Novamente venho com a história de o Metallica vai tocar em Belém. É porque começou de novo o tal do boato de que abanda vai pisar em Belém City.
Ao menos agora eu sei que o papinho começou com a informação proveniente de uma publicação no site do jornal Destak de São Paulo afirmando que a banda já garantiu um show em sampa até o final do ano ou no inicio de 2014 , isso fora o Rock In Rio. Seria uma tal de turnê brasileira.
Mano, eu boto fé. O Iron já veio mano, o Deep Purple também, só falta coroar com o Metallica ainda em 2013.
Há poucos dias conheci a banda paulista Iahweh. O que tenho a falar? Como católico que sou, é super bacana poder sacar Heavy Metal e paralelamente louvar a Deus, mas fora o lado religioso, posso dizer que foi uma grande surpresa, pois ainda não conheço bem as bandas desta vertente de rock, mas o Iahweh é sem sombra de duvidas uma excelente opção.
Darei destaque ao disco de 2008 - Neblim. Perfeito!
Grandes músicos compõem a banda, tais como Andre Leite - ex - Hangar - e Eloy Casagrande - ex - Andre Matos e agora Sepultura. Já dá pra ter uma noção do que está contido no disco?
Passem o pano no vídeo épico gravado com a Orquestra Filarmônica do Cone Leste Paulista em 2010. Muito doido mano.
Como um projeto de um baixista, o Newsted de Jason Newsted - ex-Metallica - não deixa a desejar no peso. Ao menos nas primeiras músicas que ouvi até agora, percebi o som pesado do contra-baixo. Há solos de guitarra, porém em suma o projeto foca nos rifes de baixo de Jason acompanhados das guitarras de Jessie Fransworth - é como se fosse um contra-ponto do Metallica, visto que nesta banda, à época de Jason, assim como agora, figuram dois grades guitarristas solistas que preenchem as músicas completamente.
Conceito até agora? Para quem lembra do Metallica com ele, vai gostar, pois as frases estão um pouco parecidas com jeito Metallica de compor - lembrando que Jason contribuiu bastante com o Metallica neste sentido, o disco está bem explosivo.