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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Iahweh



Há poucos dias conheci a banda paulista Iahweh. O que tenho a falar? Como católico que sou, é super bacana poder sacar Heavy Metal e paralelamente louvar a Deus, mas fora o lado religioso, posso dizer que foi uma grande surpresa, pois ainda não conheço bem as bandas desta vertente de rock, mas o Iahweh é sem sombra de duvidas uma excelente opção.
Darei destaque ao disco de 2008 - Neblim. Perfeito!
Grandes músicos compõem a banda, tais como Andre Leite - ex - Hangar - e Eloy Casagrande - ex - Andre Matos e agora Sepultura. Já dá pra ter uma noção do que está contido no disco?
Passem o pano no vídeo épico gravado com a Orquestra Filarmônica do Cone Leste Paulista em 2010. Muito doido mano.


NEWSTED



Como um projeto de um baixista, o Newsted de Jason Newsted - ex-Metallica - não deixa a desejar no peso. Ao menos nas primeiras músicas que ouvi até agora, percebi o som pesado do contra-baixo. Há solos de guitarra, porém em suma o projeto foca nos rifes de baixo de Jason acompanhados das guitarras de Jessie Fransworth - é como se fosse um contra-ponto do Metallica, visto que nesta banda, à época de Jason, assim como agora, figuram dois grades guitarristas solistas que preenchem as músicas completamente.
Conceito até agora? Para quem lembra do Metallica com ele, vai gostar, pois as frases estão um pouco parecidas com jeito Metallica de compor - lembrando que Jason contribuiu bastante com o Metallica neste sentido, o disco está bem explosivo.
Destaco a música Heroic Dose.

Link:

http://www.mediafire.com/?eqahjchccqhye74

Vídeo abaixo mostra um pouco do que é essa banda.





domingo, 28 de julho de 2013

DIONYSUS


Esta vai  para os que são amantes do estilo Power Metal. Este post pode animar os que já estavam procurando outros estilos por não conhecerem muitas bandas de Power.
O Dionysus é uma grande banda, basta sacar uma ou duas músicas aleatoriamente de qualquer um de seus três álbuns, pois são verdadeiras obras de arte.
Para deixar o negócio mais familiar possível neste post, basta você se concentrar no vocal da banda, pois trata-se da primeira banda do vocalista da banda solo de Luca Turilli - Olaf Hayer. Lembrando que Turilli já se pronunciou quanto ao sua admiração pela garganta de Michael Kiske nos tempos de Helloween e Olaf fora contratado para o trabalho solo de Turilli, pois segundo este, aquele conseguia lembrar Kiske à época da banda alemã.
Metal com melodias exóticas, muito doido. Só sacando mesmo para comentar então toma:

http://www.mediafire.com/download/rfa4xp0m9m1iw9s/Dionysus_-_Discography.rar.torrent
LINK TORRENT PARA A DISCOGRAFIA. Solicite o download nos comentários do post.


sábado, 27 de julho de 2013

ANGRA - Belém 2013 CONFIRMADO !!!

Olhahê mano ta confirmada a parada, o recado é do Rafael Bittencourt:



Égua Não Mano! O Angra tá tocando por aí de novo. Os caras estão se preparando para realizar uma turnê em comemoração aos 20 anos de Angels Cry - o primeiro disco da banda.
Isso eu sei que não é novidade, pois quem gosta da banda brazuka já sabe desse lance, o mais bacana que temos a compartilhar é que a banda irá contar, para gravação de seu novo DVD, o qual será gravado no Circo Voador/RJ,com participações de peso, super especiais e profissionais, tais como Russel Allen - Vocal do Symphny X, Tarja Turunen, e Fabio Lione - Rhapsody Of Fire.
Mano se isso vai dar certo? Certamente! E é por este motivo que postamos. Para reduzir a ansiedade de ver esta grande equipe que será formada para comemorar esta data especial para o Angra e mostrar nossa esperança em vê-los novamente em terras belenenses. 
Se é viável trazer esta equipe à Belém? pergunte para quem foi ao RockLand no Metrópole City Hall ver Hibria e Andre Matos. Foi lotado Mano, e certamente será com o Angra em Belém neste 2013.
Para matar a saudade de sacar o Angra tocando ao vivo, sugiro ver o vídeo abaixo com Fabio Lione no vocal, cantando as músicas das antigas da era Matos.
Only Cream!


Saint Deamon

Fala galera!! Novamente com o velho papo de "tempão distante, mas aqui novamente", aparecemos do nada para mais um significativo post que trata novamente de bandas de Metal.
Evidenciamos agora uma banda que nem sequer o blog que eu respeito muito e sempre visito para me atualizar - http://www.warriorsofthemetalhorde.ru - já fez referência.
Trata-se do Saint Deamon. Ótima e fodástica banda de metal tradicional.
Destacamos na banda a credibilidade vocal de Jan Thore que aos 35 anos não refresca os tímpanos dos desavisados e faz grandes melodias nos dois discos da banda: 2008 - In Shadows Lost From The Brave & 2009 - Pandeamonioum.
Dê uma pesquisada, é o tipo de banda que vale o CD.
Gostaria de destacar também uma música em especial do disco ISLFTB - 2008: Run For Your Life, não somente pela bela melodia que possui mas pela letra extremamente positiva.
Confira:

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Morre Jon Lord - 16/07/2012 - FUNDO ROXO

    
Caramba velhos! fiquei sabendo hoje que JON LORD levou o farelo e está compondo as fantasticas musicas ao lado de Deus. Pois é ele morreu anteontem e levou consigo todo seu arsenal musical.Mas deixou-nos de presente a obra prima gravada principalmente no DEEP PURPLE.
Curtam o texto do Yahoo que ta muito bacana relembrando todo o histórico do musico prodígio LORD:
Jon Lord foi o cara que uniu rock e música erudita em um mesmo universo
Conheço muita gente que passou a se interessar por órgãos Hammond por causa dele. Também sei que toda a minha geração ficou coçando o queixo tentando entender como um sujeito tinha conseguido encontrar uma maneira de unir o rocke a música erudita de modo tão legal em um álbum chamado Concerto for Group and Orchestra, um "estranho no ninho" dentro da discografia do Deep Purple.Lançado originalmente em 1969, o LP só chegou ao Brasil anos depois, com um atraso inacreditável para os padrões atuais, mas algo comum naquela época, um tempo em que um sujeito era "roqueiro cabeludo" ou "caretaço amante de música erudita". Nunca as duas coisas ao mesmo tempo.
Pois a maneira como o tecladista e compositor Jon Lord rompeu esta barreira e fez com que estes dois universos aparentemente colocados em posições opostas passassem a dialogar um com o outro foi um troço muito mais pioneiro do que as pessoas imaginam. Foi simplesmente brilhante, ainda que a crítica "especializada e mudéerrrrna" torça o nariz para tal obra.
Puta bobagem. O citado disco foi determinante para que um monte de bandas bacanas de rocksurgisse na primeira metade dos anos 70 utilizando elementos desta mistura, que acabou gerando belíssimas obras daquilo que se passou a chamar de "rock progressivo". Ao contrário do que diz uma grande parcela de críticos esnobes e pseudointelectuais - que acha muito "cool" celebrar os discos do David Bowie do mesmo período sem mencionar que estes foram sim influenciados pelo então novo estilo -, a união entre rock e música erudita teve em Jon Lord um pioneiro indiscutível.
O desejo de unir áreas até então distintas já havia se manifestado logo nos primeiros discos do Deep Purple, como nas canções "Anthem", do álbum The Book of Taliesyn (1968) e "April", do disco Deep Purple (1969). Classificado na época como "pretensioso" por quase todos os críticos — tanto aqueles da seara rocker como pelos profissionais da área erudita —, Concerto for Group and Orchestra,gravado no imponente Royal Albert Hall em 1969, foi uma espécie de "manifesto musical" a favor do amálgama proposto por Lord, e que também marcou na época as estreias de novos integrantes no Deep Purple - o vocalista Ian Gillan e o baixista Roger Glover. Foi a partir daí que a banda se tornou mitológica nos corações e mentes de quem, como eu, era moleque naquela época.
Pouca gente sabe, mas grande parte dos maravilhosos riffs gravados pelo Deep Purple foi criada por Lord e não pelo guitarrista Ritchie Blackmore, como são os casos de "Perfect Strangers", "Stormbringer", "Space Truckin'", "Lazy" e mais um monte de outros, muitos deles influenciados por toda a bagagem musical que o tecladista construiu a partir de seus profundos estudos a respeito das obras de grandes compositores eruditos, como Bach e Mozart, além de um sem número de peças medievais.
No fundo, Lord tinha muito pouco a ver com dois de seus mais famosos colegas da época - Keith Emerson, do Emerson, Lake & Palmer, e Rick Wakeman, do Yes —, pois além da música erudita, o negócio dele também era curtir os sons de Jimmy McGriff, Jimmy Smith e Jerry Lee Lewis. Lord misturava tudo isto em um imenso caldeirão que havia dentro de sua cabeça. Sua incrível capacidade de improvisação era lendária — dê uma ouvida no espetacular Made in Japan (1972) para entender o meu entusiasmo, por favor...
Por isto, ninguém tocava como Lord naquele trambolho de instrumentação, que nada mais era que a conexão entre um órgão Hammond, vários amplificadores valvulados Marshall e as caixas Leslie, com seus alto-falantes giratórios e em formato de cornetas. Era isto que fazia com que ele pudesse solar em volumes tão altos quanto aqueles que saíam dos equipamentos do guitarrista Ritchie Blackmore.
E o cara, além de tudo, era muito gente fina. Lembro como se fosse ontem da entrevista que fiz com ele para a matéria de capa da revista Cover Teclado, da qual fui editor. Fiquei impressionado em constatar que o cara não era um cavalheiro apenas no sobrenome.
Escrevi este texto porque soube que Jon Lord morreu ontem, aos 71 anos de idade, vitimado por um incurável câncer de pâncreas. Não foi exatamente uma surpresa, já que este tipo de tumor — o mesmo que vitimou minha mãezinha querida, a sábia e meiga Dona Irene — é um dos mais agressivos que existem. Além disto, a capa de um dos mais recentes discos de Lord, Blues Project Live (2011) - que você vê aí em cima - já era o retrato inequívoco do sofrimento que o tecladista vinha enfrentando, sendo que ele abandonou o Deep Purple em 2002 justamente pelo extremo cansaço que sentia toda vez que tinha que excursionar.
Enquanto você vê e ouve abaixo alguns momentos que escolhi a dedo para homenagear o Jon Lord, saiba que estou escrevendo outro texto, que postarei aqui ainda esta semana, e que também reverencia outros dois tecladistas que se foram nos últimos dias, só que brasileiros.
By  Regis Tadeu.

sábado, 30 de junho de 2012

Yngwie Malmsteen: 49 years!

                            
Pow galera! Hoje, 30/06/2012 é aniversário desse cara aí. É, ele completa 49 anos e já se foram 17 álbuns de  estúdio, fora as coletâneas, singles, demos e outros mais que esse fenômeno da guitarra já gravou.
Merece atenção por toda sua contribuição para a construção do metal neo-clássico. Esse bixo compõe Heavy Metal com essência de música renascentista, barroca e tudo mais de influencia clássica.
já assisti um DVD em que ele toca com a orquestra filarmônica do Japão - Yngwie Malmsteen With The New Japan Philharmonic - Concerto Suite For Electric Guitar And Orchestra In E Flat Major Live DVD.
Indiscutivelmente muito safo, pra mim um dos melhores guitarristas do planeta.
o destaque vai para o seu último álbum de estudio, lançado em 2010 - Relentless - que eu ainda não saquei por falta de tempo, mas não custa nada indicá-lo a vocês.
É pra sacar!